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NOSSA HISTÓRIA

               HISTÓRICO

 

               A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Goioerê (APAE de Goioerê), mantenedora da Escola de Educação Especial “Padre Anchieta” faz parte integrante do movimento apaeano brasileiro. Este movimento constitui-se numa organização não governamental (ONG), de caráter filantrópico, sem fins lucrativos, gerenciado nacionalmente pela Federação Nacional das APAEs, em âmbito estadual, pela Federação das APAEs do Estado do Paraná e regionalmente  por conselhos que atuam como articuladores, visando garantir a unidade filosófica e educacional do movimento apaeano.  A APAE de Goioerê pertence ao Conselho Regional de Ubiratã.     Nossa história teve início com um encontro, pelos idos de fevereiro de 1972 entre o casal goioerense Euzébio e Eloá Ghiotto, em Ibiporã, com o Dr. Justino Alves Pereira (na época, Presidente Nacional das APAEs). Da conversa mantida, quando do encontro, e fortalecida pela grandiosidade do propósito de prestar atendimento à pessoa deficiente, brotou a idéia que se transformou em realidade no dia 17 de dezembro de 1972, com a criação da APAE de Goioerê e a Escola de Educação Especial “Padre Anchieta” teve sua Autorização de Funcionamento expedida pelo Conselho Estadual de Educação através da Resolução nº 5.758/74 de 24/07/1974.       Atualmente Antonio Carlos Sestak é o presidente da APAE de Goioerê e a professora  Graziella Gorri Pareja Evangelista é a diretora da Escola.      A APAE ao longo de sua trajetória, foi acumulando experiências e conhecimentos na modalidade de educação especial, visando promover, prioritariamente, o desenvolvimento das potencialidades de pessoas com deficiência intelectual e/ou associadas a visual, auditiva, física, motora e múltiplas deficiências. Atendendo ainda as condutas típicas e síndromes perpassando os diferentes níveis, etapas e modalidades da educação escolar.      Nosso compromisso está direcionado em prestar serviços e atendimentos diretos, assegurando um conjunto de recursos, apoios e serviços educacionais e especiais, que estejam organizados para apoiar, complementar, suplementar e em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, e ainda articular, defender e garantir o desenvolvimento das potencialidades dos alunos portadores de deficiências, nos diversos níveis e etapas da educação.